Redação
O salário mínimo no Brasil foi reajustado de R$ 1.412 em 2024 para R$ 1.518 em 2025, representando um aumento de 7,5%. O novo valor começou a valer em 1º de janeiro e afeta diretamente benefícios como o abono salarial PIS/Pasep, aposentadorias do INSS, seguro-desemprego e contribuições dos microempreendedores individuais (MEIs).
Abono salarial PIS/Pasep: o valor varia agora entre R$ 126,50 e R$ 1.518, conforme os meses trabalhados. Os pagamentos começam em 17 de fevereiro, com encerramento em 29 de dezembro.
INSS: aposentadorias e benefícios como auxílio-doença têm como piso o salário mínimo. O Benefício de Prestação Continuada (BPC) também foi reajustado para R$ 1.518, atendendo idosos e pessoas com deficiência em situação de extrema pobreza.
Seguro-desemprego: a parcela mínima será de R$ 1.518, assim como o salário diário e por hora para trabalhadores intermitentes, agora fixados em R$ 55,20 e R$ 6,90, respectivamente.
Os microempreendedores individuais passam a contribuir com R$ 75,90 para o INSS, e ações no Juizado Especial terão novos limites de valor: até R$ 91.080 no Federal e R$ 30.360 no Cível.
O novo salário mínimo, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 27 de dezembro de 2024, segue a fórmula que considera a inflação (INPC) e o crescimento real do PIB, com um teto de 2,5% imposto pelo governo para limitar o aumento real e controlar gastos públicos.
Caso a regra anterior fosse mantida, o salário mínimo poderia ter chegado a R$ 1.528, mas o governo optou por um valor menor para equilibrar as contas fiscais.
O impacto do novo valor será amplamente sentido em benefícios sociais e serviços públicos, afetando milhões de brasileiros direta e indiretamente ao longo do ano.
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